Mana (02 a 08/03/2026)
- Kira Lima
- 1 de mar.
- 3 min de leitura

Palavras para firmar a semana no Céu!
Sol em Peixes; Lua Crescente em Leão; Cheia em Virgem, Libra e Escorpião.
A palavra “Mana” é relativamente nova na minha vida. E eu, que gosto muito das palavras e da sua força, me apaixonei assim que a conheci. A primeira vez que eu entrei em contato com ela foi através do anime "Frieren e a Jornada para o Além", apresentado a mim pela minha filha e que se tornou mais do que uma diversão, virou uma atividade terapêutica e uma janela para o autoconhecimento. Mais do que uma série de animação (que eu amo), revela, com leveza, reflexões profundas sobre perder e ganhar, sobre a morte e, sobretudo, sobre a vida, vivida no presente, compreendendo a magia que existe no nosso eu espiritual. A palavra tem origem nas línguas polinésias e povoa o imaginário de povos do Havaí e Taiti. Significa poder, força espiritual e energia vital. Mais do que isso, simboliza a “substância da qual a magia é feita” e também “a substância que forma a alma”.
Estudar esse nome me trouxe algumas perguntas: qual o meu verdadeiro poder? Do que eu sou capaz? Até que ponto eu posso transformar a mim mesma e as coisas ao meu redor? Que bruxa sou eu na dança da vida e do Universo? Quando eu penso nelas, duas imagens me vêm à cabeça. Uma delas é o Mago, arcano 1 do tarô que nos traz a mensagem de que temos poder para dominar e manipular os quatro elementos da natureza a nosso favor e assim compor uma nova realidade. E a outra é o 6 de copas, arcano menor que nos lembra que, em qualquer fase da vida, ainda somos dotados da energia da criança que olha o mundo com olhos surpresos e acesos e nos conecta à mais pura expressão da nossa essência divina. Eles nos dizem: tudo é possível se soubermos usar a magia que está guardada dentro do nosso coração!
É possível sim sermos os magos condutores das nossas emoções, dos nossos pensamentos, das nossas intenções, das nossas ações e do nosso destino, afinal, somos uma porção de Deus aqui na Terra, expandindo a gente mesmo e o próprio Universo. Para isso, há que se fazer o caminho de retorno ao nosso Eu essencial, conectados com a nossa alma, dispostos a viver a nossa verdade e intuindo, em parceria com a inteligência divina, o que criar, falar, calar, curar e compartilhar. Viver a vida de peito aberto, com coragem para se permitir ser. Sabendo que tudo é possível no zero e que não há limites para o que podemos fazer. Despertar nesta dimensão é lembrar do nosso poder!
A nossa mana existe dentro de nós e pode ser expandida a cada desafio. O caminho para acessá-la é estar presente no aqui e agora. Dominar a nós mesmos a ponto de conseguir purificar as energias internas e as memórias que estão na nossa programação desde a nossa chegada à Terra. Se livrar do julgamento. Não esperar reconhecimento. Fazer o que o coração decide, sem lamento. Viver a vida com sabedoria, coragem e paciência. Repetir o mantra: Sinto muito! Me perdoe! Te amo! Sou grata! Estar no vazio do ego. Limpar a nossa frequência.
Ser feliz é pra quem tem coragem! Já diz a sabedoria popular. E coragem é o prazer de viver perigosamente, como diz o Osho no livro com este mesmo título. Ter coragem de viver como quem se dança e se permitir não saber, duvidar, se surpreender. Primeiro, no espelho, olhando nos nossos olhos. Cultivar o hábito de agradecer. Celebrar cada minuto da vida. Não se deixar convencer por aquilo que não é nosso. Decidir ser feliz. E ser! Tornar um hábito acordar e colocar flores na varanda da alma. Abençoar a cabeça, o dia, o corpo, os passos, a vida, a caminhada. Tomar um banho de rosas brancas perfumadas e sorrir para o mundo. Colocar o pé na porta, conscientes do poder e da mana que habita nosso espírito e nossa casa. Todos os dias, ser capaz de renascer e reconhecer as nossas asas!
Foto de Vinícius Vieira ft: https://www.pexels.com/pt-br/foto/vela-de-coluna-branca-ao-lado-do-frasco-de-vidro-transparente-3151984/



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